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Algumas teorias tentam explicar a fisiopatologia da congestão pélvica. A mais recente e que traz um raciocínio lógico é a do Dr. J. Leal Monedero (2004), e consiste em distribuir a doença em dois grupos: o das forças centrípetas e o das forças centrífugas. É de extrema importância distinguir em qual grupo o paciente se encontra, pois o tratamento difere, uma vez que nos pacientes com compressões realiza-se angioplastia com colocação de stent, enquanto naqueles com varizes pélvicas realiza-se embolização das varizes. Fonte: Livro Cirurgia Endovascular e Angiorradiologia – Belczak. Editora Rubio, 2015.

Imagens fluoroscópicas de implante de stent e embolização com molas para tratamento de paciente portadora de varizes pélvica e síndrome de quebra-nozes, Estes e diversos outros casos do Instituto Belczak podem ser acompanhados pelos alunos do Curso de Aprimoramento em Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular – IAPACE 2016.

Equipe: Dr Sergio Belczak, Dr Álvaro Segregio e Amanda Bonfim

 

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